segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Lavagem da Sapucaí encantou e emocionou o público presente.


Marquês de Sapucaí. Palco maior do Carnaval carioca, que se transformou neste domingo (19), em um grande templo de espiritualidade, energia e vibrações positivas.
O tradicional evento de lavagem da avenida, realizado por baianas vindas de várias escolas de samba e também terreiros de umbanda e candomblé, transbordou num banho de cheiro, arruda, ervas e incenso. 


O público extasiado, principalmente os turistas, não tiravam os olhos de cada detalhe, cada momento. Em meio ao ressoar dos atabaques, câmeras e muitos flashes iam registrando os preparativos para o início da procissão em frente ao setor 1 das arquibancadas. 


Capitaneados por Milton Cunha e Nilce Fran e, posicionados em frente a imagem de São Sebastião, padroeiro da cidade do Rio de Janeiro, iam os componentes esboçando um pequeno ritual, juntando a dança, a música e as bençãos, o que atraiu dezenas de curiosos, espectadores e até mesmo turistas africanos que acabaram se juntando ao grupo.

No "primeiro recuo", a bateria da Unidos da Tijuca aguardava o início da procissão, que teve palavras das autoridades presentes, antes da largada.
O que se viu na Marquês de Sapucaí pode ser descrito como um desfile apoteótico do povo, onde se juntou, crença, religião, beleza, arte e muita energia. Foi uma das melhores "lavagens" da Sapucaí ocorrida nos últimos anos. A alegria era contagiante, a emoção visível. Não tinha quem não cantasse e não se emocionasse. Sambas antológicos foram lembrados e cantados a plenos pulmões pelo povo que acompanhava tudo, sempre atento e aplaudindo muito.
A avenida ficou banhada de água de cheiro, muita arruda e muito axé ! 



O desfile não se resumiu nas maravilhosas baianas das agremiações. Blocos tradicionais como o Cacique de Ramos, projetos como o "Minueto do Samba", a "Escola de Mestre-Sala e Porta-Bandeira Manoel Dionísio" e a "Associação Cultural Madureira Canta e Dança" também participaram do evento.

Logo atrás, vários casais oficiais das escolas de samba empunhavam o pavilhão de suas respectivas agremiações.
Um dos grandes momentos e, que sem dúvida, foi de grande emoção, foi a passagem da ala da Associação de Velha Guarda, com a representação das galerias de velha guarda das escolas de samba, empunhando seus pavilhões, cantando muito. Eles que são os guardiões da história de nosso Carnaval. Emocionante ! 



A Marquês está abençoada. Agora, aguarda o maior de todos os espetáculos. Que venha o Carnaval e que as escolas de samba brilhem e desfilem no asfalto, a alegria, a irreverência e o calor humano do povo carioca. 


Texto e fotos: Lia Amorelli 















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