Centro de Referência Cultura Infância I Teatro Municipal do Jockey comemora seus 12 anos de existência com homenagem ao também aniversariante Braguinha

“Cantata da Sinfonieta Braguinha"

Historietas Musicadas do Braguinha
Direção Geral Karen Acioly

Arranjos e direção musical Roberto Burgel
Participação Especial de Paulo Bi

Dia 29 de março no Teatro Municipal do Jockey

Para comemorar seus 12 anos, o Centro de Referência Cultura Infância convidou oito cantores e uma pequena orquestra para relembrar o espetáculo "Sinfonieta Braguinha", de 2003. Quando foram abertas as portas do Teatro do Jockey, já com a missão de transformá-lo em um Centro de Referência (nessa época era ainda do teatro infantil), foi formado um elenco composto por Drica Moraes, a Orquestra Sinfônica Brasileira (Jovem), sete cantores e Karen Acioly, como narradora, para apresentar um espetáculo com as principais histórias dos clássicos Disquinhos Coloridos de Braguinha, tão escutados em vitrolinhas pelas crianças. Agora, Carol Futuro, Ciro Acioli, Daira Saboia, Deco Fiori, Jonas Hammar, Mada Nery, Luiz Avellar, Roberto Burgel, Tatih Köhler, ao lado da própria Karen, homenagearão nosso ‘João de Barro’ com a apresentação, no dia 29 de março, domingo, às 16h30, do “Cantata da Sinfonieta Braguinha”, mesmo dia do seu aniversário de nascimento. A apresentação contará com a participação especial de Paulo Bi.

“Sinfonieta Braguinha” é uma releitura dos clássicos de Braguinha, encenada por um grupo vocal de lindas vozes, percorrendo clássicos como “A história da Baratinha”, “O macaco e a velha”, “A Cigarra e a Formiga”, “Festa no céu” e o sucesso de cinco gerações: a história musicada de “Chapeuzinho Vermelho”. O fio condutor é a história do próprio autor.

Vai ter bolo, picolé e pipoca. E como diria o Braguinha na História da Baratinha: "A sua amável presença será muito apreciada, pode trazer os amigos e também a criançada".

SOBRE BRAGUINHA

Chamado de Carlinhos na família e de Braguinha pelos amigos foi com esse grupo que surgiu João de Barro. Estudante de arquitetura inspirou-se no pássaro arquiteto para criar o pseudônimo, uma vez que seu pai não queria o nome de família envolvido com música popular, devido aos preconceitos que marcavam essa época. O Bando dos Tangarás desfez-se em 1933, mas foi durante sua existência que sua carreira começou a se afirmar.

Braguinha fez parte da geração que cantou e encantou a chamada "Era de Ouro" do carnaval brasileiro (1930/1942). Uma das facetas pouco divulgadas de Braguinha foi sua participação como roteirista e assistente de direção em filmes da Cinédia. Juntamente com Alberto Ribeiro, escreveu argumentos e composições para a trilha sonora de filmes como Alô, Alô, Brasil e Estudantes, cuja personagem principal Mimi foi estrelada por Carmem Miranda.

No cenário da música popular brasileira, continuou compondo sucessos, destacando-se o inesquecível Carinhoso (1937, com Pixinguinha), um de seus maiores sucessos internacionais, e Sonhos Azuis (1936, com Alberto Ribeiro). Apaixonado que ficou por estórias infantis, escreveu e adaptou, também musicando, diversas historinhas como Os três porquinhos, Festa no céu, Chapeuzinho Vermelho, e tantas quantas pudermos lembrar em nossa infância.

FICHA TÉCNICA

Historietas Musicadas do Braguinha
Direção Geral: Karen Acioly
Arranjos e direção musical: Roberto Burgel
Arranjos vocais: Deco Fiori

Elenco: Carol Futuro, Ciro Acioli, Daira Saboia, Deco Fiori, Jonas Hammar, Mada Nery, Luiz Avellar, Roberto Burgel, Tatih Köhler

Participação especial: Paulo Bi

SERVIÇO

Local: Centro de Referência Cultura Infância / Teatro Municipal do Jockey

Endereço: Rua Mario Ribeiro, 410, Gávea ou Av. Bartolomeu Mitre, 1110 – Gávea

Informações: 3114-1286

Data: 29 de março (domingo)

Horário: 16h30

Ingresso: R$5,00

Duração: 55 minutos

Capacidade: 140 pessoas

Classificação: Livre

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