LINS IMPERIAL LANÇA OFICIALMENTE SEU ENREDO E APRESENTA NOVA DIRETORIA DIA 11 DE AGOSTO COM MUITO SAMBA


A SRES Lins Imperial reeditará o enredo com o qual desfilou em 1990 no Grupo Especial contando a história de Madame Satã.

Após momentos difíceis que a agremiação tem passado, tendo sido rebaixada ao Grupo D da Associação para o carnaval de 2013, a Lins  Imperial aposta em uma nova formação. O Presidente Claudio Lúcio - "Kaká", mudou sua diretoria e procura trazer uma nova mentalidade, novos momentos para a escola, reconquistando a confiança da comunidade, devolvendo a credibilidade perante ao mundo do samba e colocando a agremiação em um caminho ascendente no carnaval carioca.

O lançamento oficial do enredo acontecerá no dia 11 de agosto assim como a apresentação da nova diretoria.
O evento será realizado com um cozido na quadra ao valor de dez reais, pagode com o grupo Pureza da Flor e muito samba com a bateria comandada por Mestre Márcio e apresentação dos segmentos.

Abaixo um breve resumo sobre Madame Satã.

João Francisco dos Santos (Glória do Goitá, 25 de fevereiro de 1900 — Rio de Janeiro, 11 de abril de 1976), mais conhecido como Madame Satã, foi um transformista brasileiro, personagem emblemático da vida noturna e marginal do Rio de Janeiro na primeira metade do século XX.

Criado numa família de dezessete irmãos, João Francisco chegou a ser trocado, quando criança, por uma égua. Jovem, foi para Recife, onde viveu de bicos. Posteriormente, mudou-se para o Rio, indo morar no bairro da Lapa. Analfabeto, o melhor emprego que conseguiu foi o de carregador de marmitas. Mas há quem diga que foi cozinheiro de mão-cheia. Foram fatores de sua marginalização o fato de ser negro, pobre e homossexual.

Dotado de uma índole irônica e extrovertida, Santos logo pegou gosto pelo carnaval carioca. Foi assim que, em 1942, ao desfilar no bloco-de-rua Caçador de Veados, surgiu seu apelido. O transformista se apresentou com a fantasia Madame Satã, inspirada em filme homônimo de Cecil B. DeMille.

Era freqüentador assíduo do bairro da Lapa, (reduto carioca da malandragem e boemia na década de 1930), onde muitas vezes trabalhou como segurança de casas noturnas. Cuidava que as meretrizes não fossem vítimas de estupro ou de agressão.

Foi preso várias vezes, chegando a ficar confinado ao presídio da Ilha Grande, agora em ruínas. Freqüentemente, Madame Satã enfrentava a polícia, sendo detido por desacato à autoridade. Exímio capoeirista, lutou por diversas vezes contra mais de um policial, geralmente em resposta a insultos que tivessem como alvo mendigos, prostitutas, travestis e negros.

É considerado uma referência na cultura marginal urbana do século XX.

Faleceu logo após a sua última saída da prisão, morando em sua casa que hoje em dia é um camping.

No ano de 2002, foi rodado no Brasil um filme sobre sua vida, que leva o também o nome de Madame Satã, que recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais. Nesse filme, João Francisco dos Santos foi interpretado pelo ator Lázaro Ramos.

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